Archive for the ‘Flores’ Category

Os cravos da florista Maria

16 Maio 2013

Problema 9 da prova final Mat 4º ano 2013

Uma curiosidade da prova final que o ministério da educação e ciência escolheu para os alunos do 4º ano em Matemática é a presença (muito importante…) de plantas.
São diversos os problemas em que as plantas são protagonistas.
O problema que aqui trago hoje é o dos cravos da florista Maria.
Tente resolvê-lo.
Como comentário deste post encontra a resolução.

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Os ramos da florista Maria

15 Maio 2013

Problema 1 da prova final Mat 4º ano 2013

Uma curiosidade da prova final que o ministério da educação e ciência escolheu para os alunos do 4º ano em Matemática é a presença (muito importante…) de plantas.
São diversos os problemas em que as plantas são protagonistas.
O problema que hoje aqui trago é o de uma senhora que vendeu ramos com rosas, ramos com margaridas e ramos com rosas e margaridas.
Tente resolvê-lo.
Como comentário deste post encontra a resolução.

Plantas na prova final de Língua Portuguesa

14 Maio 2013

Pormenor na prova final LP 4º ano de 2013

Uma curiosidade da prova final que o ministério da educação e ciência escolheu para os alunos do 4º ano em Língua Portuguesa é a presença (importante) de plantas.
O segundo texto é um trecho de «A Sereiazinha», de Hans Christian Andersen.
Logo no primeiro parágrafo, a água do mar alto é comparada com «as pétalas da mais bela centáurea». E no segundo parágrafo dá-se relevo à descrição do mundo vegetal submarino:
«(…) crescem aí as mais maravilhosas árvores e plantas, com caules e folhas tão frágeis e sensíveis que ondulam com o mais leve movimento das águas, como criaturas animadas de vida.»
No quarto parágrafo, a mais jovem princesa é referenciada como tendo a pele «como uma pétala de rosa».
E o quinto parágrafo descreve o jardim «com árvores vermelhas como o fogo e azuis como o mar»… Ali, cada princesa fez um canteiro, sendo de destacar o da mais nova, que era em forma de sol «e as únicas flores que lá plantou eram como belos sóis, com o mesmo brilho e a mesma cor»…
Para o sexto parágrafo, ficou a estátua de Rapazinho de mármore. Ao lado, a jovem princesa «plantou uma roseira que parecia um salgueiro-chorão, a qual cresceu rapidamente, até que os seus ramos se curvaram sobre a figura de pedra, tocando na areia azul do fundo»…
Foi, portanto, uma seleção muito vegetal, esta a que os nossos alunos do 4º ano leram na prova final. Na realidade e no sonho, as plantas fazem parte da nossa vida.

Novas palminhas de Santa Rita

3 Abril 2013

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Durante décadas, só tive «Palminhas de Santa Rita» brancas. Super perfumadas. Ímpares.
Depois, comecei também a ter «Palminhas de Santa Rita» róseas e amarelas. Menos perfumadas, mas mais vistosas.
Este ano, tenho pela primeira vez estas «Palminhas de Santa Rita» cor de laranja. Com uma particularidade: duram muitos mais dias.
As «Palminhas de Santa Rita» são habitualmente conhecidas como frésias e existem em mais cores. Conserve os bolbos de ano para ano, porque são umas plantas que alegram os nossos vasos (e os nossos canteiros) no final do inverno e no princípio da primavera.

Labaredas no campo frio

28 Fevereiro 2013

Foto Joao Xavier - Labaredas xis

Em pleno inverno, há uma planta que enche os campos frios de labaredas.
As labaredas são plantas com bolbos protegidos. Todos os anos nascem, morrem e renascem. E guardam-se para os primeiros meses do ano para florirem, com as suas características flores flamejantes.
Encontrei há muitos anos um bolbo que plantei e tem tratado de criar descendência. As labaredas (crocosmia para os botânicos), tal como o fogo verdadeiro, não têm dificuldade em se multiplicar. São plantas perenes originárias de Moçambique e da África do Sul (onde também são conhecidas como tritónias e estrelas de fogo) e não gostam de regiões com gelo e neve.

Os charutos do rei

30 Novembro 2012

Foto João Xavier - Charutos do rei Xis

Diversas pessoas me têm questionado sobre os ‘charutos do rei’ que apresentei recentemente.

Conheci esta planta quando era criança, pois eram diversos os exemplares (altos e vigorosos) que cresciam num quintal, na Pontinha, em Faro (capital do Algarve).

Hoje apresento uma foto das flores (cápsulas biloculares) de um exemplar que eu tive em 2010.

Os charutos do rei são resistentes arbustos espontâneos, mas possuem propriedades farmacológicas e tóxicas e são usadas pela indústria para a fabricação de inseticidas naturais.

O nome deriva da nicotina que contêm (uma parte apenas dos venenos que podem matar uma pessoa que ingira as suas folhas): as folhas eram usadas pelos índios para fumarem.Há casos de mortes decorrentes do seu consumo alimentar, que começa por provocar distúrbios gástricos mas em poucos minutos pode desencadear hiperatividade, convulsões, paralisia, coma e paragem cardíaca. Tudo decorrente da anabisina, um alcalóide terrivelmente tóxico.

Os botânicos conhecem os charutos do rei como nicotiana glauca graham e dizem que eles são originários da Argentina, da Bolívia e do Paraguai.Os mexicanos chamam-lhes tabaco silvestre.

Novos charutos do rei

9 Novembro 2012

Uma experiência que aconselho é a de enriquecer a terra dos vasos com recargas vindas de quintais e terras diferentes.

Foi na sequência de uma destas recargas que me nasceram num vaso 3 plantas de “charutos do rei”.

Mudei os planos que tinha para aquele vaso e deixei crescer as jovens plantas, que têm prosado alegremente…

Não devemos renegar constantemente as dádivas do destino!…

A alternadeira

13 Outubro 2012

Entre as plantas com que vou mudando o meu stock, estou a agora a apreciar um pequeno arbusto tropical perene de origem sulamericana chamado “alternadeira”.

Os botânicos chamam-lhe “alternanthera”, mas no Brasil o povo conhece-a por “apaga-fogo” e “perpétua-do-mato”.

Chega aos 5 anos, é rasteira e é usada pela indústria farmacêutica, que lhe sintetiza a terramicina.

Está a florir

21 Agosto 2012

Marília da Rocha tem um blog dedicado ao bucolismo, com textos que não são para lermos só uma vez…

Para ir até lá, deixo aqui uma ilustração a um post recente, uma imagem muito bela… com flores.

Vá até lá: http://anarchismm.wordpress.com .

Lírios de Sophia

6 Agosto 2012

Sonhei com lúcidos delírios

À luz de um puro amanhecer

Numa planície onde crescem lírios

E há regatos cantantes a correr.

Encontrei ao acaso esta bela quadra de Sophia de Mello Breyner Andresen, num livro escolar do 8º ano.

Servia para exemplificar algumas noções de versificação (neste caso, a rima cruzada ou alternada).

Mas eu, farto de tanta escolarização da vida e tanta formatação da poesia, pus-me de repente a lembrar uns lírios que plantei há já muitos anos junto a um regato.

A poesia da vida, a singeleza das flores e a maravilha da natureza valem muito mais que todas as teorias juntas.

Os meus lírios, esses, alheios a tanta formatação, lá vão anualmente florindo e embelezando a paisagem sem precisarem de métrica nem rima.