Archive for the ‘Flores’ Category

A FIFA contra uma papoila

21 Novembro 2016

foto the independent - papoila no jogo inglaterra-escócia

As seleções A de futebol da Inglaterra e da Escócia decidiram entrar em campo para a recente jornada de apuramento do Mundial 2018 com braçadeiras que ostentavam uma papoila.
A simbologia do ato foi a comemoração do armistício e a homenagem aos mortos da Grande Guerra.
Contra essa ação, a FIFA desencadeou um processo que visa punir as federações da Inglaterra e da Escócia!
Tudo por causa de uma papoila!
A simbologia das plantas continua a ser fundamental nas crenças dos humanos.

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Plantas em garrafas nas paredes

12 Maio 2015

Foto João Xavier - Olantas em garrafa

Há quem goste de plantas e não goste de paredes nuas.
A solução é alegrar as paredes com plantas!
Nem sequer é preciso gastar muito dinheiro: com umas garrafas da água, resolve-se o problema.
O exemplo fotografei eu há dias, perto de Tavira, no Algarve.

Um maio pequenino florido

30 Abril 2015

Foto João Xavier - Maio pequenino

Publiquei recentemente uma imagem de um campo com «maios pequeninos» junto ao marco geodésico dos Corujos.
A pedido de diversos navegantes, trago hoje uma foto que eu fiz de um «maio pequenino» florido, para correta identificação.
Sobre dados da planta, obviamente, basta procurar neste site o texto que publiquei em 10 de abril de 2015.

Os maios pequeninos

10 Abril 2015

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Subi recentemente ao marco geodésico dos Corujos (um nome serrenho que José Saramago achou símbolo do interior agreste algarvio quando por ali passou).
A 190 metros de altitude, a mãe Natureza esperava-me com uma prenda: uma série de maios pequeninos floridos.
Os maios pequeninos são umas plantas vivazes silvestres que adoram terrenos secos e passam despercebidas durante muitos meses e escondidas nos pequenos bolbos muitos mais, mas exibem flores de um azul berrante durante cerca de uma semana. Repare no pintalgado junto ao marco geodésico.
Há também quem lhes chame pés de burro ou pés de burrico. Os gregos chamam-lhes lírios de floretes e em Espanha são conhecidos como lírios espanhóis. O seu nome latino é «Gynandriris sisyrinchium».

As flores sabem onde devem florir…

12 Fevereiro 2015

Foto João Xavier - Flor na praia

Sempre «dei baixa pontuação» a quem não gosta de flores.
Eu sempre gostei de flores, sobretudo silvestres, daquelas que nascem entre pedras e à socapa, fazendo pela vida sem nos andarem sempre a pedir água e esmeros…
Temos muitas lições a aprender com as flores.
As flores podem nascer em qualquer lugar…

Bolbo de labareda

20 Novembro 2014

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Por esta altura, estão a renascer as «labaredas», que hão de florir na força do inverno.
Eis uma bonita foto de um bolbo de «labareda» já pronto para a nova vida. Tinha-o guardado para o plantar num vaso e ele surpreendeu-me na semana passada a dizer que vai sendo tempo de lhe dar terra…
Já no amo passado publiquei neste site um artigo sobre as «labaredas»:
https://asplantas.wordpress.com/2013/02/28/labaredas-no-campo-frio/ .

As rosas de Santa Maria

8 Maio 2014

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Quando em 1434 o navegador algarvio Gil Eanes chegou a África depois de ter sido o primeiro europeu a passar o Cabo Bojador, resolveu trazer para o rei D. Duarte um exemplar desta planta, que era desconhecida na Europa.
Chamou-lhe então Rosas de Santa Maria, mas os botânicos conhecem-na como echeveria.
O exemplar da foto é meu.
Uma planta suculenta e resistente… com muita História!

A minha primeira esteva de 2014

22 Abril 2014

Foto João Xavier - Esteva xis 2014

As estevas pintalgam de novo as paisagens serranas do Algarve.
Este ano, trago aqui a primeira flor de 2014 da minha esteva («cistus ladanifer»), que, mal abriu, alojou logo um escaravelho de pescoço vermelho («heliotaurus ruficollis»), um inseto que no nosso planeta só existe na Península Ibérica!

A minha malva vermelhona

6 Abril 2014

Foto João Xavier - Malva vermelha xis 2014

Tenho várias malvas, mas nenhuma com a força desta, que me oferece de tempos a tempos umas flores de um vermelhão garrido super forte.
Não sei se aquela força deriva da terra, se do barro do velho vaso, se da grande exposição ao sol, se simplesmente dos genes. O certo é que aquela vermelhidão é caso único nas minhas plantas!

As sementes do príncipe

2 Março 2014

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Era uma vez um príncipe que só podia assumir o trono se estivesse casado. Então, decidiu lançar um desafio às raparigas do seu país. Recebeu as candidatas numa festa especial e a cada uma entregou uma semente, prometendo casar com a que lhe trouxesse passados 6 meses a mais bela flor produzida a partir da semente distribuída…
A maior parte das raparigas presentes eram da nobreza, mas também apareceu uma jovem pobre que resistiu às tentativas da mãe para a demover da presença, para evitar sofrimentos acrescidos.
A pobre moça cuidou da semente com todo o esmero e semeou-a logo no início da primavera. Os meses passaram e… nada. Não nasceu qualquer planta.
Quando chegou o dia aprazado pelo príncipe, a pobrezinha lá foi sem nada nas mãos. Todas as outras raparigas levavam belas e perfumadas flores, exceto ela.
O príncipe passou diante de todas as candidatas e apressou-se a comunicar: «A minha escolhida é esta rapariga que não trouxe qualquer flor.» E perante o espanto geral explicou: «Ela é a única rapariga honesta que está aqui: sem dizer a ninguém, eu fervi todas as sementes que vos dei!!!»