Uma figueira na urbanização das laranjeiras

KODAK Digital Still Camera

As plantas não se deixam esquecer nas cidades, ao contrário do que pensam os engenheiros do cimento e do alcatrão.

Em alguns casos pontuais de cidades abandonadas, quem toma conta dos espaços são as árvores (veja-se o exemplo de Chernobyl).

Na banalidade das nossas cidades, há 3 maneiras de encararmos as plantas em espaços urbanos:

  1. Construímos jardins e parques com relvados, plantamos árvores «de sombra» nas ruas e ornamentamos canteiros com flores coloridas;
  2. Plantamos plantas diversas em vasos, nas varandas;
  3. Não conseguimos controlar as plantas «daninhas» que aproveitam os mais ínfimos espaços para crescer, como por exemplo entre as pedras da calçada.

A imagem que hoje trago é uma foto que fiz em Faro, na Urbanização das Laranjeiras.

Indiferente à toponímia, uma figueira escolheu para nascer o escoador da varanda de um apartamento!…

O futuro não lhe é muito promissor, mas os humanos criaram um provérbio que diz «enquanto o pau vai e vem, folgam as costas» e «quem nasceu para lagarto não chega a jacaré».

Pode ser, contudo, que uma alma caridosa se lembre de retirar dali a tão pequenina figueira e lhe dê terra e espaço para ter uma vida folgada e longa…

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