As árvores velhas e as estradas novas…

A construção de vias de comunicação é uma das marcas do progresso.

Antigamente, o abate de árvores para fazer uma estrada era um custo considerado irrelevante em termos ecológicos. Era o que se chamava “ir a direito”.

Presentemente, a situação é bem diferente: para um projeto rodoviário avançar, é necessário contabilizar o número de árvores a abater e ponderar qual a medida compensatória.

A propósito da construção da futura autoestrada do Baixo Alentejo (Sines/Beja), o Correio da Manhã dá destaque ao abate de 1279 sobreiros e azinheiras, nos concelhos de Grândola e Ferreira do Alentejo.

Resta conhecer quantas vão ser plantadas em troca…

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