Onde crescem limas não nascem laranjas

Amanda Smyth é uma bonita e jovem escritora com sangue português e irlandês, premiada em 2009 pela Waterstones, como a escritora sensação do ano.

Nesse mesmo ano, publicou “Black rock”, que na versão portuguesa traduzida por  Rita Guerra ganhou o curioso nome de “Onde crescem limas não nascem laranjas”…

É um romance lírico onde não faltam plantas, sejam elas buganvílias, cacaueiros, palmeiras ou coqueiros, por exemplo.

E até para contar como o médico lhe saltou para cima da Celia, a protagonista narradora diz que “não parecia enorme como o tronco de uma árvore”…

É ainda debaixo de uma árvore especial que ela se entrega aos calores das carnes do doutor: “(…) uma árvore flamejante. Eu gostava muito daquela árvore. Tinha flores de um vermelho vivo e longas vagens pretas que restolhavam quando as abanávamos.”…

Depois, há conclusões que se tiram. E onde crescem limas não nascem laranjas…

Para a capa do livro, foi escolhido um pormenor muito parcial de um quadro de Henri Rosseau intitulado O Sonho, em que um mulher completamente nua repousa num jardim tropical…

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