A oliveira de José Saramago

A cerimónia mais marcante do 1º aniversário da morte de José Saramago foi a plantação de uma oliveira centenária diante da Casa dos Bicos, sede da Fundação José Saramago.

O presidente da Junta de Freguesia da Azinhaga do Ribatejo escolheu precisamente a oliveira que se julga ser a que o grande escritor, prémio Nobel da literatura, um dia referenciou como uma oliveira ao pé da qual viu um grande lagarto verde e, pelos 16 anos de idade, se sentou a observar uma mulher compondo as saias e um homem a abotoar as calças…

A simbologia das plantas foi reforçada no cerimonial, com a plantação da oliveira em terra trazida de Lanzarote (onde o escritor viveu) e a deposição de cinzas dele próprio para as raízes da oliveira.

O arranjo urbanístico inclui ainda um banco de jardim em pedra e a gravação em pedra de uma expresão do “Memorial do Convento”: “Mas não subiu para as estrelas se à terra pertencia”…

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