A folha seca de António Ramos Rosa

António Ramos Rosa é um notável poeta farense.

Nasceu em 1924 e em Faro se manteve até aos 38 anos. Depois, rumou à capital do império e por ali resiste, escrevendo com uma criatividade simples e saborosa.

Para a capa da antologia poética deste algarvio marafado que quis ser empregado de escritório mas não aguentou o apagamento e o “cansaço”, o Círculo de Leitores escolheu uma folha, uma simples folha seca de uma árvore qualquer.

Em qualquer parte um homem

discretamente morre.

Ergueu uma flor.

Levantou uma cidade. – escreveu António Ramos Rosa em 1958, em “O grito claro”.

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