A uma rosa de Salazar

Em 1908, António Oliveira Salazar tinha 19 anos e escreveu este poema intitulado “A uma rosa”:

“Rosa tão linda, pálida e triste,

Rosa de encantos, cheiras tão bem!

Vejo que sofres; dize, que sentes?

Tens saudades da tua mãe? //

Pois ainda ontem vicejavas,

Ao pé das rosas tuas irmãs,

Com quem vivias embalsamando

A branda aragem destas manhãs!… //

Mas eu cortei-te; rosa, perdoa!

Gostei de ti, mas, ah! fui cruel!

Tens saudades, não tens? da abelha

Que ia, zumbindo, buscar o mel? (…)”

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