As amoras silvestres

As silvas são acérrimas defensoras da sua vida e da sua produção. Eu que o diga, que fiquei com os braços todos arranhados, quando, um dia, na tropa, me obrigaram a rebolar em cima de silvas de Mafra, com as mangas arregaçadas…

São umas plantas rosáceas do género rubus, originárias da Ásia e que facilmente chegam aos 3 metros de altura com os seus ramos espinhosos enleados, capazes de se reproduzirem assexuadamente. Mas as silvas têm uns frutos maravilhosos: as amoras.

Quem come amoras silvestres ingere uma carrada de antioxidantes e ainda um reforço natural de vitaminas C, A e B… e, curiosamente, ácido acetilsalicílico!

As amoras (uniões de minúsculas drupas) são muito boas para o estômago, para o coração, para a garganta e até para os genitais (evitam e combatem inflamações)…

Uma curiosa superstição inglesa diz para não colhermos amoras depois do dia de São Miguel (29 de setembro), porque “pode o diabo ter cuspido ou mijado para cima delas”…

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