Poesia com espigas

O Manuel da Brazieira nunca deve ter sonhado com tal coisa, mas uma quadra sua foi posta em painel de azulejos, para toda a gente ler, enquanto passeia junto à Igreja de Salir.

Para que as palavras não ficassem nuas, umas espigas fazem-lhes companhia.

É um belo exemplo de como a poesia popular exulta a natureza que nos dá o pão.

E é também um belo exemplo de como a estética de uma urbe ganha valor cultural se houver bom gosto e carinho pela identidade local.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s


%d bloggers like this: