Mendel e as ervilhas

Gregor Mendel foi um monge austríaco do séc. XIX.

Foi ele quem criou a genética como ciência que estuda a transmissão de características dos seres vivos para os seus descendentes. Chamam-lhe até o Pai da Genética.

Intrigado sobre as regras da transmissão da vida de geração em geração, Mendel investigou e escolheu as ervilheiras vulgares  (pisum sativum) para as suas experiências.

Selecionou exemplares diferentes conforme características diversas (sementes lisas e rugosas, tegumento branco e cinzento, vagem linear e curva, flores axiais e terminais e caules longos e curtos…).

Depois, fez variados cruzamentos em estufas, de modo a evitar que a intervenção de insetos pudesse alterar a validade das experiências. Percebeu então que, nos exemplos referidos, são dominantes as ervilheiras com sementes lisas, tegumentos cinzentos, vagens lineares,  flores axiais e caules altos…

Definiu logo os caracteres dominantes e recessivos, começando a perceber a lógica da transmissão de genes.

Continuando as suas experiências, em gerações sucessivas de ervilheiras vulgares, Mendel percebeu pela análise estatística que os genes recessivos não se extinguem e podem, por isso, reaparecer numa geração posterior.

Foi sempre teorizando as suas conclusões sobre a hereditariedade, formulando as Leis de Mendel em 1866. E a genética mendeliana, vanguardista no entendimento da vida, ainda hoje é uma referência essencial para a ciência. Por conta das ervilhas…

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